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Poesia

Poesia

O trem do pântano

Sai o trem para o seu destino. Vai Forquilha, vai Forquilha, Zeferino de Mesquita. Que os anos de 1800 distantes tornando-se vão. Passa Manga, passa Retiros, passa Félix de Almeida,

Prece ao rio

Não beberão de suas águas frescas, os passarinhos. Nem brincarão nas suas margens verdes, os menininhos. Nasceram mortos os peixes, com suas lâminas opacas aos raios de sol reluzentes. Jaz

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Regina Maciel
Regina Maciel
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